sábado, 27 de novembro de 2010


Porque as pessoas colocam sempre a culpa em Deus?
Em uma discussão na sala de aula a minha professora da disciplina de Sociologia do Direito começou a nos questionar,e dizer coisas do tipo:
"Se Deus realmente existe,e criou os homens,Deus é mau,pq seus filhos são demasiadamente maus." " E se ele existe,porque há tanta pobreza,fome,injustiça?"
"Porque na sociedade quem é pobre precisa se conformar porque foi Deus quem escolheu assim?" "Onde está Deus então?se só os ricos que se dão bem,são os abençoados?!"
É incrível como as pessoas questionam "onde está Deus então?" a todo tempo,e não encontram a resposta que está em seus próprios lábios e em suas atitudes.
Naquele triste acontecimento do 11 de Setembro,minha mãe falou:"E se houver crianças lá?!elas não tem culpa de nada,são inocentes,sem pecados,onde está Deus agora?"
Como podemos colocar tal culpa em Deus?
Tiraram Deus da escola,não ensinam mais as crianças que há um Deus que as amam,tiraram Deus das faculdades e deixaram bem claro para os alunos "quando entrarem nessa sala deixem suas crenças do lado de fora!"
As pessoas dizem a todo tempo que são livres,que não necessitam de um Deus,outras dizem que necessitam,mas quando Deus quer ajuda-las em alguma decisão elas simplesmente falam:Não Deus,aqui quem manda sou eu,é minha vida!"
E Deus como um Rei tão educado se afasta dessas pessoas,Ele não irá incomoda-las!
Somos nós quem tiramos Deus de tudo,e ainda temos a coragem de dizer que Deus não existe,que é apenas uma invenção do homem para completar um vazio existencial,mas quando acontece um catástrofe eles se perguntam:"Onde está Deus?"
Deus está exatamente onde você o mandou,longe de VOCÊ,longe da sociedade.
Deus nos deu o livre arbítrio,e muitos escolhem viver sem Deus,e assim será.
Não é Deus quem decide isso,a escolha é sua,a parte que é dEle,ele já o fez,e agora ele irá apenas permitir a sua decisão.
"Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito para que todo aquele que nele crê não pereça,mas tenha a vida eterna."jo 3:16
Se há tanta injustiça,desigualdades sociais,divisão de forças entre explorados e exploradores,se há tanta morte,tanta fome,tanta dor,é totalmente nossa culpa,fomos nós quem escolhemos ter uma sociedade sem Deus,e por isso ela é assim,onde não há luz,há escuridão.

domingo, 21 de novembro de 2010

O quarto...


"Naquele estado entre estar acordado e estar sonhando, me encontrei em um quarto. Não havia nada que chamasse a atenção exceto por uma parede coberta de arquivos de gaveta com fichas. Eles eram como aqueles de biblioteca que listam os livros por autor ou assunto em ordem alfabética. Mas estes arquivos, que iam do chão ao teto e pareciam não ter fim em cada lado, tinham cabeçalhos muito diferentes. Ao me aproximar da parede de arquivos, o primeiro a me chamar a atenção foi um intitulado “Garotas de quem eu gostei.” Eu o abri e comecei a passar o olho nas fichas. Rapidamente eu fechei a gaveta, chocado pelo fato de reconhecer os nomes que estavam escritos em cada ficha.

E então sem ninguém me contar, eu soube exatamente onde estava. Este quarto sem vida com os seus pequenos arquivos era um sistema de catalogação da minha vida. Aqui estavam anotadas as ações de cada momento meu, grande ou pequeno, com um detalhe que a minha memória não poderia igualar.

Fui tomado por uma sensação de admiração e curiosidade, acompanhada de horror, quando comecei a abrir arquivos aleatoriamente e explorar os seus conteúdos. Alguns me trouxeram alegria e agradáveis memórias; outros uma sensação de vergonha e arrependimento tão intensa que até olhava por cima do ombro para ver se havia alguém observando. Um arquivo chamado “Amigos” estava ao lado de um marcado “Amigos a quem traí.”

Os títulos variavam de mundano até os mais esquisitos. “Livros que eu li,” “Mentiras que contei,” “Conforto que ofereci,” “Piadas de que eu ri.” Alguns eram até hilariantes na sua exatidão: “Coisas que gritei contra os meus irmãos.” De outros eu não pude rir: “Coisas que fiz movido pela raiva,” “Coisas que murmurei contra meus pais.” Eu sempre ficava surpreso pelo conteúdo. Frequentemente havia muito mais fichas do que eu esperava. Algumas vezes havia menos do que eu desejava. Fui esmagado pelo volume completo de vida que havia vivido. Haveria a possibilidade de eu ter tido o tempo nos meus vinte anos de escrever cada uma destas milhares, possivelmente milhões, de fichas? Mas cada ficha confirmava esta verdade. Cada uma delas estava escrita com a minha própria caligrafia. Cada uma assinada com a minha assinatura.
Quando eu abri o arquivo chamado “Canções que ouvi,” eu me dei conta de que os arquivos cresciam em profundidade para caber o seu conteúdo. As fichas estavam guardadas bem apertadas, e ainda assim ao final de dois ou três metros, ainda não tinha chegado ao fundo da gaveta. Eu a fechei, envergonhado, nem tanto pela qualidade da música, mas pela enorme quantidade de tempo que eu sabia que aquele arquivo representava.

Quando cheguei a um arquivo chamado “Pensamentos Impuros,” senti um frio correr pelo corpo. Abri o arquivo apenas uns dois centímetros, sem querer testar o seu tamanho. Arrepiei com o conteúdo detalhado. Me senti mal só de pensar em que um momento como aquele tinha sido registrado.

De repente senti uma raiva quase animal. Um pensamento dominava a minha mente: “Ninguém jamais deverá ver estas fichas! Ninguém jamais deverá ver este quarto! Tenho que destruí-las!” Com uma fúria insana puxei o arquivo para fora. O seu tamanho não importava agora. Eu tinha que esvaziá-lo e queimar as fichas. Mas ao pegar o arquivo numa ponta e batê-lo no chão, não consegui deslocar nenhuma ficha. Fiquei desesperado e tirei uma ficha, apenas para descobrir que ela era forte como o aço quando tentei rasgá-la.

Derrotado e absolutamente desamparado, guardei o arquivo no seu lugar. Apoiando a testa contra a parede, soltei um longo suspiro de autocomiseração. E então eu o vi. O título dizia: “Pessoas a quem compartilhei o evangelho.” O puxador estava mais brilhante que aqueles ao seu redor, mais novo, quase sem uso. Eu puxei a gaveta e saiu na minha mão uma pequena caixa de no máximo oito centímetros de comprimento. Eu podia contar as fichas em uma mão.

E então vieram as lágrimas. Comecei a chorar. Os soluços eram tão profundos que a dor começava no estômago e me sacudia todo. Caí de joelhos e chorei. Gritei sem constrangimento, por causa da esmagadora vergonha de tudo aquilo. As fileiras de gavetas dos arquivos giravam em meus olhos cheios de lágrimas. Ninguém jamais deveria saber deste quarto. Eu devia trancá-lo e esconder a chave.

Mas então, ao limpar as lágrimas, eu O vi. Não, por favor, Ele não. Não neste lugar. Ô, qualquer um, menos Jesus.

Eu assistia, sem poder fazer nada, enquanto ele começava a abrir os arquivos e ler as fichas. Eu não agüentava ver a Sua reação. E nos momentos em que consegui olhar na sua face, eu vi uma tristeza mais profunda do que a minha. Parecia que Ele intuitivamente ia para as piores caixas. Por que Ele tinha que ler cada uma delas?

Finalmente Ele se virou e me olhou lá do outro lado do quarto. Ele olhou para mim cheio de compaixão nos olhos. Mas esta era uma compaixão que não me deixou irado. Abaixei a cabeça, cobri o meu rosto com as mãos e comecei a chorar de novo. Ele se aproximou e colocou o Seu braço em volta de mim. Ele poderia ter dito tantas coisas. Mas não disse uma palavra. Apenas chorou comigo.
Depois Ele se levantou e voltou para a parede de arquivos. Começando em uma ponta do quarto, ele tirou um arquivo e, de um em um, começou a assinar o Seu nome em cima do meu em cada cartão. “Não” eu gritei, correndo em sua direção. Tudo que consegui dizer foi: “Não, não” enquanto tirava a ficha da sua mão. O nome Dele não deveria estar nestas fichas. Mas lá estava ele, escrito em vermelho tão rico, tão escuro, tão vivo. O nome de Jesus cobria o meu. Estava escrito com o Seu sangue.

Ele delicadamente pegou a ficha de volta. Ele sorriu um sorriso triste e continuou a assinar as fichas. Acho que jamais compreenderei como Ele o fez tão rapidamente, mas no próximo instante parecia que Ele fechava o último arquivo e voltava para o meu lado. Ele colocou a sua mão no meu ombro e disse: “Está consumado.” Me levantei, e Ele me guiou para fora do quarto. Não havia tranca na porta.
Ainda haviam fichas a serem preenchidas.
"
Autor Desconhecido

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Uma folha em branco...


Um filosofo inglês chamado John Locke falou que o ser humano nasce como uma folha em branco.
Segundo a Bíblia nascemos como pecadores,pelo pecado original de Adão e Eva la nos primórdios da vida social humana.
Nós nascemos pecadores,mas como uma folha em branco onde precisamos construir uma história,tomarmos decisões,escolhermos caminhos e tudo isso será escrito nessa folha em branco,cada detalhe,a partir do momento que nascemos.
Entretanto,vamos compreender isso.Nascemos pecadores,nossa natureza se inclina para o pecado,para o mal,para as transgressões,porém,por escolha de Deus,temos o livre arbítrio para escolher o que achamos melhor,para decidirmos o que vai ser escrito nessa folha.
Por sermos pecadores,matamos pessoas fisicamente e em nosso coração,mentimos,roubamos,somos invejosos,irados,nos prostituímos,somos corruptos em tudo o que nos envolve,entre varias outras coisas.Que desagradável seria ler essa história em?!Ler todos o segredos,as atitudes,pensamentos,ações,desejos,ambições,coisas da sua vida que você nunca deixaria alguém ler,e em pensar que ninguém sabe da até um alivio,você suspira,se tranquiliza.
Tenho uma noticia,Deus não somente lê,mas vê tudo o que você faz,fez,ou irá fazer.Ele está te vendo quando ninguém está por perto,Ele está sempre perto.
Mas agora trago-te uma boa noticia,Deus enviou seu filho unigênito para que a sua folha fosse rasgada,seus atos justificados pelo sangue que escorreu naquela cruz,a sua salvação em troca da vida daquele que tinha uma folha recheada de amor,mansidão,benignidade,santidade,humildade,poder.
Agora você tem a oportunidade de fazer uma nova história,onde não haverá vergonha quando alguém quiser ler,e se ainda houver,ela pode ser apagada e reescrita com arrependimento.Jesus ama você e quer ver a sua história ser construída e quando não houver mais espaço na folha,Ele te mostrará o Reino que preparaste para aqueles que o amam e confiam nEle.
"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna."João 3:16

A nova folha em branco,a sua salvação,está a uma oração de distância.Creia e ore,Ele está te esperando!